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Cadernos distribuídos em SC com referências a Uberlândia levantam questionamentos sobre contrato e reaproveitamento de material

O episódio levanta uma série de questionamentos que ainda aguardam esclarecimentos oficiais

09 de maio de 2026 às 12:00
PorSal
Cadernos distribuídos em SC com referências a Uberlândia levantam questionamentos sobre contrato e reaproveitamento de material

A distribuição de kits escolares na cidade de Navegantes virou alvo de polêmica após vídeos viralizarem nas redes sociais mostrando cadernos com a identidade visual do município catarinense aplicadas sobre materiais que, originalmente, fariam referência à cidade de Uberlândia.

As imagens, divulgadas pelo perfil do jornalista Eduardo Vergara, mostram que, ao levantar a capa dos cadernos entregues aos estudantes, aparecem elementos gráficos ligados ao município mineiro. O caso gerou dúvidas sobre a procedência do material, possível reaproveitamento e transparência no processo de distribuição.

A empresa responsável pelo fornecimento é a  Brink Mobil Equipamentos Educacionais Ltda., que já havia sido alvo de sanções administrativas em Uberlândia por descumprimento contratual, incluindo atrasos na entrega e fornecimento de materiais em desacordo com as especificações exigidas.

Após a repercussão, a Prefeitura de Navegantes suspendeu a distribuição dos kits escolares e anunciou investigação para apurar a origem dos materiais. Os pagamentos à empresa também teriam sido suspensos até a conclusão das análises.

O episódio levanta uma série de questionamentos que ainda aguardam esclarecimentos oficiais. Como materiais com referências a Uberlândia foram parar em outro município? Houve reaproveitamento de itens produzidos originalmente para Minas Gerais? O Município de Uberlândia teve prejuízo com materiais que eventualmente não foram utilizados? Qual foi o destino do contrato original?

Até o momento, não houve manifestação pública da Prefeitura de Uberlândia ou da Secretaria Municipal de Educação esclarecendo a situação envolvendo os materiais encontrados em Santa Catarina.

O caso reacende o debate sobre fiscalização de contratos públicos, controle de qualidade e transparência na aplicação de recursos destinados à educação.

Fontes: Vídeo divulgado por @eduardovergaraoficial; portal Tudo em Dia; informações reproduzidas pelo perfil @marazulnews.


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